Oficina aproxima jovens do debate sobre políticas públicas e direitos LGBTQIA+

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Vinte e oito jovens participaram, no dia 16 de julho, da oficina “Políticas Públicas e População LGBTQIA+”, promovida pelo Projeto Identidade e Racialidade, da Assprom. A atividade apresentou conceitos sobre direitos, diversidade e participação cidadã, além de incentivar reflexões sobre o papel das políticas públicas na garantia de direitos.

Aprendizagem na prática

Conduzida por Lucas Sidrach, a oficina abordou o funcionamento das políticas públicas e do processo democrático de forma dinâmica e participativa. Ao longo do encontro, os participantes discutiram temas ligados à população LGBTQIA+ e conheceram diferentes formas de atuação da sociedade na construção de políticas voltadas ao interesse coletivo. “É o terceiro ano consecutivo que faço essa construção com a Assprom, e eu acho extremamente prazeroso estar aqui com os jovens que estão na busca da sua formação pessoal e profissional, com esse viés também de formação cidadã. Eu entendo que quando a gente debate as diferentes identidades que existem na sociedade com a leitura de sermos pessoas melhores, conseguimos não só expandir nossa visão, como melhorar o ambiente em que estamos inseridos. Iniciativas para debater identidade e diferentes formas de viver o mundo, como esta, é algo fundamental para quem está chegando agora no mercado de trabalho.”, comentou Lucas.

Em seguida, os jovens participaram de uma simulação do ciclo das políticas públicas. Divididos em grupos, eles analisaram situações fictícias envolvendo pessoas LGBTQIA+ em contexto de vulnerabilidade e elaboraram propostas para enfrentar os desafios apresentados.

Ao final da atividade, cada grupo apresentou suas ideias, que foram debatidas e votadas pelos próprios participantes. A dinâmica permitiu vivenciar etapas do processo democrático e reforçou a importância da participação social na construção de iniciativas voltadas à promoção de direitos.

Espaço para diálogo e reflexão

A oficina recebeu avaliações positivas dos participantes. Entre os principais destaques, os jovens apontaram a ampliação dos conhecimentos sobre diversidade, respeito às diferenças, cidadania e direitos humanos, além das reflexões despertadas sobre preconceito e participação política.

A aprendiza Maria Eduarda Silva Ferreira, resumiu a experiência ao afirmar: “É muito importante a gente abrir a mente também, sobre o fato de que antes de alguém ser LGBT, é uma pessoa.”. O Adolescente Keven Renan Mesquita da Silva completou: “Achei muito necessário o tema, porque na sociedade não é um assunto bem visto nem bem falado.”

A oficina integra o planejamento do Projeto Identidade e Racialidade, iniciativa da Assprom que desenvolve atividades voltadas ao fortalecimento do pensamento crítico, à valorização da diversidade e à ampliação do diálogo sobre direitos humanos e equidade.

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